Jane Austen e suas releituras

Veja a entrevista com a presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil, Adriana Zardini.

Anjos e Demônios

Será que essa adaptação foi aprovada pela Equipe No Set?

Coluna do leitor traz Eu, Robô

Petras Furtado fala sobre a adaptação do livro de 1950.

Across the Universe

Para comemorar a semana do Rock nada melhor que uma boa adaptação sobre o tema.

The Vampire Diaries

A adaptação pode ser melhor que o original? Isso você vê aqui!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Você pegaria emprestado o noivo da sua melhor amiga?

Que tal uma comédia romântica para alegrar essa semana? Na indicação de hoje, a Equipe No Set traz a adaptação do livro homônimo O Noivo da Minha Melhor Amiga (original: Something Borrowed). Apesar do título em português soar bem similar a tantos outros filmes do gênero, o longa nos apresenta um enredo bem diferente e que envolve o espectador até o último minuto.


Tudo começa no aniversário de 30 anos de Rachel White (Ginnifer Goodwin), uma advogada solteira e bem sucedida. Ela bebe demais e acaba levando um presente para sua cama, o noivo da sua melhor amiga. Na verdade, o interesse entre Rachel e Dex (Colin Egglesfield) existe desde a faculdade, mas eles nunca tiveram coragem de revelar a afeição. Porém, após essa primeira noite juntos, os dois não resistem ao sentimento que os atraem. Ao mesmo tempo, Rachel tem que lidar com os preparativos do casamento da sua amiga desde a infância, Darcy (Kate Hudson), e do homem que não consegue tirar da cabeça.


O Noivo Da Minha Melhor Amiga pode ser a história de muitos, que encontram a pessoa certa na hora errada. Mas um agravante torna o fato moralmente discutível: ele está noivo da sua melhor amiga. Será que vale a pena abrir mão de uma amizade por um amor? Bem, isso você confere assistindo o filme e tirando suas próprias conclusões.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Marley e Eu: um cão de liquidação


A indicação para o filme de hoje é “Marley e Eu”. Adaptação do best seller “Marley and Me” do jornalista John Grogan. O filme é apaixonante, mesmo para os que não gostam de cachorro. O labrador caramelo com nome inspirado no rei Bob Marley, é mais travesso e inteligente do que se pode imaginar.


Do mesmo diretor do filme “O diabo veste Prada”, David Frankel, a adaptação conta a história de um casal de jornalistas (vividos pelos atores Owen Wilson e Jennifer Aniston) que tiveram suas vidas transformadas depois da chegada do cão de liquidação, pois de quietinho a bolinha de pelo só tem a cara.


Marley vai mostrar nesse filme como um cão pode ser um ótimo amigo e companheiro, capaz de cativar e ocupar um lugar no coração dos seus donos para o resto da vida. Confira.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Espião que Sabia Demais ganha trailer oficial

Foi divulgado o trailer oficial da adaptação do best-seller “O Espião que Sabia Demais” (Tinker, Tailor, Soldier, Spy), do escritor John Le Carré (pseudônimo do britânico David John Moore Cornwell). A história se passa no final da Guerra Fria, onde um espião da divisão de elite do Serviço Secreto Britânico (George Smiley) tem a missão de descobrir quem é o agente infiltrado que trabalha para os soviéticos.



A direção do longa-metragem é assinada por Tomas Alfredson (o mesmo do filme sueco Deixa Ela Entrar). Além de uma ótima estória, o diretor conta com um elenco de peso: Gary Oldman, Tom Hardy, John Hurt, Colin Firth, Mark Strong e Stephen Graham. 

Apresentações feitas, agora vamos ao que interessa: o trailer!


A previsão de estréia é 18 de novembro ainda deste ano. Já aqui no Brasil, o longa vai demorar um pouco mais, só aparecendo nas telonas no dia 12 de janeiro de 2012.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A cor da infância é azul

Sentir o gosto da infância quando se é adulto é um dos mais doces prazeres de vida. Ter aquela liberdade e alegria de volta com apenas uma lembrança nos faz querer voltar no tempo e resgatar a satisfação que só quem deixou de ser criança conhece. E para agradar os espectadores com esse desejo e ganhar novos fãs, a indústria do cinema anda investindo na volta de ícones da infância dos anos 1980 e 1990. Prova disso é a adaptação que estreou sexta-feira aqui no Brasil: Os Smurfs. Quem não passou bons momentos com aquelas criaturinhas azuis que viviam em cogumelos e eram perseguidos pelo vilão Gargamel?



A história em quadrinhos do belga Peyo – criada em 1958 - ganhou sua adaptação para as telonas resgatando estórias infantis que tinham como foco a amizade, família e cooperação, diferenciando muito dos desenhos animados violentos e sem muita consistência de hoje em dia. O fato é que essa versão computadorizada dos Smurfs traz situações hilárias, sem deixar um minuto de ser tão encantadora quanto a outra adaptação mais conhecida da obra, o desenho animado de 1981.

Nessa nova aventura, alguns dos Smurfs, após uma perseguição de Gargamel (Hank Azaria)  e seu gato Cruel (um dos personagens mais engraçados do filme), passam por um portal e chegam à Nova Iorque, encontrando o casal Patrick (Neil Patrick Harris) e Grace (Jayma Mays), que estão esperando o primeiro filho. Os Smurfs têm que conviver com a grande cidade e seus costumes, bem distintos dos da floresta, enquanto tentam encontrar o caminho de volta para casa. Na trama são geradas situações bem divertidas com o contraste das duas realidades, o que é um prato cheio para boas piadas durante o filme.


Tive o prazer de assistir ao longa-metragem com a presença de duas gerações: os pequenos que lotavam a sala de cinema e os seus pais, que não estavam lá apenas de acompanhantes, mas como espectadores nostálgicos. A adaptação terminou com os aplausos dos dois públicos e deixou aquele gostinho de quero mais. Então, não perca a oportunidade e confira essa divertida versão dos personagens azuis mais fofos que figuram nas boas lembranças de muitos adultos por aí.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Recomeço é o que define Rabbit Hole

Oito meses após perder o filho, de apenas quatro anos de idade, num acidente de carro, o casal Becca (Nicole Kidman) e Howie (Aaron Eckhart) tenta suportar a dor da perda, cada um da sua maneira. Com um tema tão delicado (também muito explorado no cinema), Rabbit Hole se diferencia ao tratar do recomeço, nos envolvendo com o sofrimento e as várias tentativas de superação dos personagens. Texturas, cores e sentidos são aguçados a cada cena pela fotografia primorosa de Frank DeMarco.



Nunca fui muito fã do trabalho de Nicole Kidman. Sua atuação não chegou a me envolver nos seus filmes que consegui acompanhar até hoje. Para mim, o ator tem que cativar o público, fazê-lo entrar na história, mesmo ela sendo diferente da sua realidade. Com Nicole nunca tive essa satisfação até me deparar com a adaptação da peça teatral Rabbit Hole de David Lindsay-Abaire (no Brasil, Reencontrando a Felicidade) para o cinema.


Rabbit Hole me surpreendeu por conseguir passar toda a tristeza e melancolia sem ser – em nenhum momento – clichê. Seu encanto está nos detalhes das cenas e perspectiva de cada um dos personagens principais (os pais da criança e o rapaz que o atropelou). Poucos filmes sobre perdas são tão sutis e impactantes como esse. Vale conferir!

Mais No Set

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